Extracts from the multimedia installation
The funambulist and the diver
Laura Erber, 2008.
Major Rouxfrom the Seine River Patrol
The funambulist and the diver
Laura Erber, 2008.
Major Rouxfrom the Seine River Patrol
Selim Abdullah
Pierre Antoine Villemaine
Extracting plasticity from death – dying as an act that is endless, the vertigo of dying, perhaps. So it is preferable to talk of an impulse towards death
- not a death impulse – for the time being let’s ignore the vocabulary linked to psychic studies. Here we are not interested in the psychic story that may lie behind these impulses, but rather the way in which intimacy
with death can make an opening propitious.
The ideas of transitory and ephemeral are so worn out and hackneyed that it is no longer of any use for accessing the potency of death ...
There is a text by Blanchot where he says: “we lost death”, suggesting that the way we remember and constantly insist on mortality is nothing short of domesticating death, which we evoke in order to empty and discipline it.
The rabbit crosses the pictureand drops another question:
What is the hindrance of this domestication?
Extrair plasticidade da morte - morrer como um ato que nunca termina, a vertigem do "morrendo". Daí que seja preferível falar em impulso para a morte - e não pulsão de morte, aposentar, por enquanto, o vocabulário atrelado aos estudos psíquicos. Não interessa aqui a história psíquica que poderia estar mobilizando esses impulsos, mas o modo como a intimidade com a morte pode propiciar algumas abertura(s)de sentido.
.
Há um texto de Blanchot em que ele insiste: “perdemos a morte”, sugerindo com isso que nosso modo de lembrar e de insisitir a todo instante na mortalidade não passa de domesticação, evocamos a morte para esvaziá-la, disciplina-la.
2 comments:
olá.
só porque fiquei curioso de saber quem é você...
achei muito bom o trabalho, principalmente a parte do rio em italiano...
estamos lá no mesmo blog, mesma revista, arrivato zampano, material bruto, astro lábio, etc.
um abraço.
lucs
Oi, Laura!
Estou tentando achar o seu contato, mas só achei aqui como meio.
Eu sou pesquisador-bolsista da Funarte e quero marcar uma entrevista com você.
No ano passado, fui selecionado para receber uma bolsa de pesquisa para estudar as influências das tecnologias no fazer artístico contemporâneo. A pesquisa seguirá duas vertentes: a parte teórica, em que abordo conceitos como cibridismo, ubiquidade da tecnologia e próxima natureza; e o mapeamento de artistas, para comprovar e demonstrar as teorias que são discutidas no documento. Os estudos abarcarão três estados do Sudeste: SP, MG e RJ.
Criei um blog na plataforma do Cultura digital.br para abrigar os primeiros passos e organizar as teorias e entrevistas: culturadigital.br/artedocibridismo
Quero marcar uma conversa contigo para falarmos sobre o contexto atual do fazer artístico e conhecer mais sobre os seus projetos.
Podemos nos encontrar?
Abraços,
Thiago Carrapatoso
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